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segunda-feira, 1 de outubro de 2007

CULTURA VICIADA


A cultura deve ser estimulada entre servidores públicos. Por que não ? Mas atividades culturais dentro de órgãos governamentais precisam se dissociar da figura quase sempre paternalista do administrador de plantão. Do contrário, uma atitude exemplar, destinada a identificar talentos, acaba perdendo seu objetivo e transformando-se em mera exaltação de quem a idealizou. É o caso do programa “Sextas Culturais”, realizado no hall da Câmara Municipal de Manaus as sextas- feiras e transmitido pela TV Câmara.O locutor, mal orientado e na tentativa motivar o púbico, grita: “é Leonel ou não éée????” A atividade é interessante, mas da forma como vem sendo desenvolvida caracteriza uso político da estrutura de um poder em causa de um único homem, o presidente da Câmara, e constitui uma infração que pode acabar resultando em sérios problemas para o vereador Leonel Feitoza, que certamente não acompanhou as últimas edições e nem sabe da exaltação a seu nome durante o evento. Mas pode requisitar as fita que a TV Câmara levou ao ar no final de semana. Que os servidores presentes se apaixonem pela voz rouca e sensual de Anne Margareth, cantando as músicas de Alcione, vá lá, mas que não confundam o público com o privado, é o mínimo que se espera de funcionários interessados numa atividade que é realizada em prédio público e patrocinada com dinheiro da sociedade, inclusive da Secretaria de Cultura do Município. Por muito menos, uma vereadora foi cassada nos últimos meses.

fonte: blog do holanda.

DEVASSA NA ADMINISTRAÇÃO SIMONETTI


A Policia Federal entrou na investigação das carteiras falsas da OAB-Amazonas não pelas escutas gravadas durante a operação Albatroz, mas em razão de uma determinação do Ministro da Justiça, Tarso Genro. O Ministro foi acionado no dia 14 de setembro pelo presidente do Conselho Federal da Ordem, Cezar Brito. Uma comissão composta pelos conselheiros federais Ophir Cavalcante Junior, Tito Costa de Oliveira e Francisco das Chagas Batista já está investigando as inscrições fraudulentas. À comissão foi sugerida uma varredura nos dois últimos anos da administração Alberto Simonetti. Se isso for acatado, ao menos 2,5 mil advogados poderão ter suas inscrições contestadas. O Amazonas possui cerca de seis mil advogados, a maior parte deles ingressou na OAB nos últimos sete anos, período no qual Simonnetti administrou a Ordem. Ouvido pelo Blog, Alberto Simonetti achou estranha a informação, e disse que sua gestão sempre foi pautada pela seriedade, e que portanto , não vê razão para essa devassa. Diante do surgimento de registros fraudulentos e de falhas nos exames da Ordem, que acabaram abrindo brechas para ações na justiça e até fraudes, O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil vai unificar os exames, que sairão do controle das seccionais já a partir do próximo ano. Os exames serão a nível nacional e entregues a uma fundação com renome e que já tenha experiência na área.
Fonte: blog do holanda

domingo, 30 de setembro de 2007

TJA inaugura 3ª Vara de Entorpecentes




Para diminuir a sobrecarga das duas Varas de Entorpecentes, que hoje acumulam cerca de 4mil processos, foi inaugurada na última sexta(28/09) a 3ª Vara Especializada em Crime de Uso e Tráfico de Entorpecentes (Vecute), que vai funcionar no lugar da extinta 3ª Vara de Família, no Fórum Henoch Reis, sob a titularidade do juiz Julião Sobral. A 3ª Vecute já nasce virtualizada, explica o coordenador de informática do TJA, Roberto Taketomi, o sistema, denominado de PG5, já está configurado para atender a recém criada Vara. O inquérito entregue pela polícia pode ser imediatamente digitalizado dando uma dinâmica que dispensa ritos e procedimentos que alongam o tempo de trâmite e decisão do processo.“O principal objetivo é combater a morosidade”, garante Taketomi.Até que haja equilíbrio entre as três Varas em relação ao número de processos, a nova Vecute receberá todos os litígios relativos ao uso e tráfico de drogas, dando condições de aumentar a produtividade das Varas anteriores.Velocidade A criação da Vara foi anunciada no último dia 16 de julho pelo presidente do TJA, desembargador Hosannah Florêncio de Menezes, e a instalação estava prevista para outubro, mas a recente rebelião no Instituto Prisional Antônio Teixeira (Ipat) antecipou a inauguração.De acordo com o próprio desembargador, muitos dos presos provisórios têm processos tramitando nas Vecutes. Para Hosannah, atualmente as duas Varas de entorpecentes não dão mais conta do número de processos.“O fato é que há um acúmulo de trabalho e não poderíamos ficar parados. Vamos tentar resolver essa questão com a nova Vecute”.

"Eu sonhava em ser um ator de teatro, "





Por Tony SantosFotos: J. Zamith
m artista multimídia, assim pode se definir Zezinho Corrêa. Pouca gente sabe, mas sua carreira começou no teatro e mesmo tendo se destacado como cantor, ele adora representar e tem outras profissoões. Atualmente apresenta o programa de variedades “Figuras”, no canal 21 da Vivax, também é um atuante na área da Educação e faz parte do setor de Cultura do Sesc. Como cantor, fez sucesso no Brasil e no exterior. Hoje tenta levar uma vida mais calma, mesmo assim não se distancia do carinho do público. Em sua sala de trabalho, em meio a bonitos vasos de cerâmica, anjos de porcelana e revistas de cultura, além de telefonemas e um frenético “entra e sai” de funcionários, ele encontrou um tempinho para falar sobre sua carreira, que em 2007 completou 30 anos, suas afinidades com a literatura e o que pensa sobre a Educação no País.

Tony Santos – Como começou a sua carreira artística?Zezinho Corrêa – Pouca gente sabe, mas a minha carreira começou no teatro. Assim que terminei o nível médio, aos 18 anos, fui tentar o vestibular para Artes Cênicas, no Rio de Janeiro, passei entre os cem melhores colocados. Lá, todo mês havia um teste. Mas o professor, o ator da Globo Roberto de Cleto, dizia que o meu negócio era ser cantor e sempre me dava os papéis que tinham alguma cena musical. Na verdade, isso foi bom, porque eu fui ganhando experiência no palco. Então, quando menos esperava, lá estava eu, soltando a voz.
Tony – Então foi surpreendente pra você fazer sucesso como cantor?Zezinho – Na verdade eu sonhava em ser um ator de teatro, cinema ou televisão, jamais imaginava ser um cantor. Mas o Roberto tinha razão, não teve jeito, o meu negócio era a música mesmo (risos). Mesmo assim, devido a problemas familiares, não pude terminar minha faculdade de teatro no Rio e tive de voltar para Manaus, foi quando conheci o Márcio Souza e comecei a fazer parte do Tesc (Teatro Experimental do Sesc). Porém a música já fazia parte da minha vida.
Tony – Qual é a sua formação superior?Zezinho – Depois que eu voltei do Rio, tentei outro vestibular e fui estudar Pedagogia, hoje sou especializado em Administração Escolar.
Tony – Qual o seu livro de cabeceira?Zezinho – Atualmente estou lendo um que o título me chamou bastante a atenção: “Quanto mais difícil for a pessoa que estiver do seu lado, melhor pra você”. É fantástico, um livro que te faz questionar o próprio comportamento por meio das ações da pessoa que você divide o dia-a-dia.
Tony – E um livro de um escritor regional em especial?Zezinho – Ah! Eu sou fã do Márcio Souza, não só como escritor, mas também como teatrólogo, e tenho na cabeceira da minha cama o “Galvez – Imperador do Acre”. Outro que tenho do Márcio Souza, e também acho muito interessante por estar relacionado ao teatro do próprio Tesc, chama-se “Palco Verde”.
Tony – E na sua adolescência teve, algum livro que mudou sua vida?Zezinho – Sim! “O pequeno Príncipe”, até porque foi o primeiro livro que eu li e nunca esqueci os seus fundamentos. Esse livro marcou a minha vida, eu li quando era criança e foi o momento em que comecei a gostar da literatura, pois fala de emoção, da amizade e da solidariedade. Aquela célebre frase: “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas” é, na verdade, muito forte e é uma realidade. Pois se você cativou alguém, o carinho, a confiança, você tem de ter condições de responder à altura. Um exemplo disso é o artista que conquista um público. Há artista que, no auge do sucesso, se tranca entre quatro paredes e tem medo dos fãs que ele conquistou, se esquecendo que ele é o responsável por essa platéia, então não deve se esconder. Até hoje, quando ouço a palavra príncipe, eu volto no tempo.
Tony – O que você tem a dizer aos jovens sobre a importância da literatura? Zezinho – O livro é o melhor professor e bom para a formação de qualquer cidadão. O diálogo com uma pessoa é importante, pois a resposta vem em seguida em forma de uma opinião particular. Porém te dá uma continuidade com direito e precisão. Hoje o jovem está muito ligado ao computador, à Internet, mas o livro é imprescindível para o crescimento intelectual.
Tony – Falando em Internet, como está a sua relação com essa nova mídia?Zezinho – Eu tenho tão pouco tempo pra pesquisar. Mas adoro ler jornal, então aproveito a Internet para me atualizar e, lógico, conferir meus e-mails. É realmente a comunicação do momento e do futuro.
Tony – E como você vê a situação da educação em nosso Estado? Zezinho – Isso é um assunto muito complexo, porque trabalhar com educação é um compromisso e infelizmente tem pessoas que só pensam no dinheiro que pode ser ganho nessa área. Somente com muito trabalho é que vamos mudar essa situação. É como essa crise aérea que o presidente classificou como um câncer. Não adianta apenas diagnosticar, falar do problema. É preciso curar. Assim, um administrador, não só na área da educação, mas em qualquer área, tem que ser uma pessoa de ação.




Tony – Aproveitando esse momento em que você está completando 30 anos de carreira, com experiência no teatro, na música, e agora com um programa na TV. Qual o conselho para aquele artista que está começando e sonha com o sucesso? Zezinho – Ser artista não é uma carreira muito fácil. Portanto, não se empolgue com o sucesso... Ele é o resultado do bom trabalho como em qualquer profissão. Então, se você busca realização com emoção, trabalhe com a arte, pois é a profissão que lhe da condição de ser um eterno aprendiz e a cada dia descobrir novas coisas.
Tony – E Zezinho por Zezinho?Zezinho – Ahhhh... (risos). É um cara inquieto, que gosta de estar trabalhando sempre. Gosta de criar, ver bons resultados e um trabalho bem produzido. E, lógico, torce para que as coisas dêem certo. Uma pessoa que acredita no futuro do nosso Estado e do nosso País, que é tão lindo e precisa fazer jus ao seu tamanho com desenvolvimento e educação para o povo que habita nele.

População pode participar do processo de identificação dos novos logradouros e praças da cidade

Através do site: www.manaus.gov.br, e do link “Planejamento Urbano”, as pessoas poderão sugerir nomes para praças e logradouros de Manaus; após acessar o site, o cidadão vai encontrar à esquerda da página, um outro caminho, denominado “Banco de Nomes”, que vai remetê-lo às informações necessárias e ficha onde o requerente poderá colocar a sugestão e enviá-la automaticamente. Essa é uma iniciativa do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb), em convocar a população de Manaus a colaborar no processo de identificação dos novos logradouros e praças da cidade enviando sugestões. Os nomes serão analisados pela Gerência de Mobilidade Urbana (GMU), que tem a listagem com todas as ruas oficiais e No site da Prefeitura de Manaus (www.manaus.am.gov.br), Hoje, a lista oficial com a identificação dos logradouros públicos de Manaus contempla 8.238 nomes, mas o levantamento para a atualização dessa relação já identificou mais de 3.200 novas ruas.Segundo técnicos do Implurb, a participação da população é importante, especialmente nas comunidades com logradouros ainda não definidos ou repetidos. Os nomes sugeridos poderão ser adotados em qualquer zona da cidade, mas será dada prioridade à comunidade (ou adjacência) em que mora o cidadão que enviou a sugestão.O processo de identificação de logradouros públicos obedece a Lei Nº 266, de 30 de novembro de 1994, que estabelece critérios como a nomenclatura ou denominação de logradouros não deve ser extensa, ou repetida, conter nome de pessoa viva ou apenas número.Na ficha que o interessado vai preencher deve constar nome, endereço e e-mail do requerente. O cadastro oferece opções de nomenclatura que homenageiam pessoas, tradições, espécimes da fauna ou flora, fatos históricos e datas comemorativas. O interessado pode optar em nomear tanto uma rua quanto uma avenida, estrada, beco, travessa ou praça.No campo “mais explicações” o interessado vai encontrar, de forma simplificada, a orientação para a escolha do nome.

CASÓRIO II

A pedido de nossos leitores de várias cidades do Brasil, estamos publicando mais fotos do Evento Social de 2007, ocorrido em Manaus da Socialite Elizangela Galvão e Marcelo. Esperamos que tenhamos atendido nossos exigentes leitores...